Cuidar de Quem Cuida – Saúde Mental, Bem-Estar e Valorização dos Profissionais da Assistência Social

16 Setembro 2026 08:00 - 16:00
Casa do Educador SINTEP-MT
Cuidar de Quem Cuida – Saúde Mental, Bem-Estar e Valorização dos Profissionais da Assistência Social em Casa do Educador SINTEP-MT, Cuiabá/MT. CUIDAR
DE QUEM CUIDA

Saúde Mental, Bem-Estar e Valorização
dos Profissionais da Assistência Social

Setembro Amarelo 2026

Data: 16 de setembro
de 2026
Período: Matutino
Recepção dos participantes: a partir das 8h
Início previsto das atividades: 9h
Encerramento previsto: 12h
Intervalo: 15 minutos entre os módulos
Local: a ser definido pela instituição realizadora

1. APRESENTAÇÃO

O projeto Cuidar de Quem Cuida propõe a
realização de uma atividade técnico-vivencial voltada à reflexão sobre saúde
mental, bem-estar, limites pessoais e profissionais, autocuidado e valorização
da vida entre profissionais que atuam na política pública de Assistência
Social.

Inserida na programação do Setembro Amarelo 2026,
a iniciativa considera que os trabalhadores do SUAS convivem cotidianamente com
situações de vulnerabilidade social, violações de direitos, conflitos
familiares, violência, pobreza, perdas, abandono, sofrimento humano e demandas
complexas que nem sempre possuem solução imediata ou dependem exclusivamente de
sua atuação.

Essa realidade torna especialmente relevante a
construção de recursos pessoais, profissionais e institucionais capazes de
favorecer equilíbrio emocional, estabelecimento de limites, reconhecimento de
sinais de sobrecarga e busca por apoio quando necessário.

A proposta parte do entendimento de que saúde
mental é uma construção contínua e de que cuidar de quem cuida também
significa criar oportunidades para que esses profissionais possam olhar para
si, reconhecer seus próprios limites e desenvolver estratégias de proteção
diante das exigências emocionais presentes em seu cotidiano profissional.

2. JUSTIFICATIVA

O trabalho desenvolvido no âmbito da Assistência
Social exige capacidade técnica, escuta, acolhimento, empatia, responsabilidade
e permanente contato com diferentes expressões da vulnerabilidade social.

Ao mesmo tempo, os profissionais continuam
submetidos às próprias demandas pessoais, familiares, sociais e emocionais.

Nos municípios de menor porte, essa realidade
apresenta características particulares, uma vez que as relações profissionais e
comunitárias frequentemente se aproximam: trabalhadores e usuários podem
compartilhar espaços sociais, vínculos comunitários e redes de convivência,
tornando ainda mais importante o desenvolvimento de limites entre vida
profissional e pessoal.

Paralelamente, a discussão contemporânea sobre saúde
e segurança no trabalho ampliou a atenção destinada aos fatores de risco
psicossociais relacionados ao trabalho, tema contemplado no contexto da NR-1
e cada vez mais presente nas políticas de prevenção e gestão dos ambientes de
trabalho.

Nesse cenário, o Setembro Amarelo const
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